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Como sair das dívidas

24 outubro 2010 0 Comentários

Você está endividado? Caso a resposta seja afirmativa você faz parte de milhões de brasileiros nessa situação. Segundo dados do Governo Federal são milhões de pessoas endividadas no país. Agora, o real problema não está em dever e sim em não buscar opções para sair desta situação.

Muitas pessoas permitem que esses casos cheguem a pontos críticos, ou seja, de plena inadimplência e, até mesmo, a falecia pessoal. Mesmo que esse seja o seu caso, acredite, ainda existirá saída, por mais que demore.

O grande aliado para resolver e combater a causa do problema é assumir o controle da vida financeira, ou seja, inserir a educação financeira em nossas vidas. Assim preparei algumas dicas para sair desta situação:

  1. Estabeleça uma estratégia para sair do endividamento, conhecendo detalhadamente os credores, valores, taxas de juros, ou seja, saber o quanto se deve, para quem deve e quais as formas e possibilidades de pagamento;
  2. Somente procurar o credor quando tiver absoluto controle do dinheiro que entra e sai, lembrando que qualquer acordo deverá caber no orçamento, caso não tenha o total domínio da situação, seja sincero e diga ao credor que pagará assim que tiver condições;
  3. Alguns fatores levam ao endividamento, dentre eles: o crédito fácil (empréstimos, parcelamentos, crediários, financiamentos, cartões de crédito, cheque especiais e consignados) e o marketing publicitário (anúncios na televisão, jornais, entre outras exposições a que estamos expostos todos os dias);
  4. Não “empreste” seu nome para ninguém, nem mesmo para parentes e amigos, lembre que se esses não cuidaram de seus próprios nomes imaginem se cuidarão do seu? Procure ajudar ensinando o caminho da educação financeira, no futuro eles agradecerão muito mais;
  5. Para não entrar no endividamento, tenha reservas financeiras, é muito comum pessoas se endividarem de um dia para outro porque não havia guardado dinheiro para eventualidades. Na vida passamos por diversas fases e para isso temos que estar preparados;
  6. Procure não trocar apenas um credor por outro, é muito comum combater o efeito do endividamento e não a verdadeira causa. É preciso rever seus hábitos e costumes sobre seus ganhos e gastos;
  7. Utilize a portabilidade de uma dívida, buscando taxas de juros mais baixas. Essa operação é assegurada pelo Banco Central, portanto é preciso pesquisar outras instituições;
  8. Quando negociar uma dívida, quitando ou parcelando peça ao credor para que retire o nome do SPC ou Serasa, isto é uma obrigação do mesmo e ele tem prazo de 5 dias para executar;
  9. Fique atento as dívidas que contêm bens em garantia (como casas, carros, entre outros). Dependendo do bem deverão ter tratamento diferenciado;
  10. Quem tem dividas, tem prestações, quem tem prestações paga juros, quem paga juros, gasta mais dinheiro e realiza menos sonho, portanto procure comprar à vista.

Fontes: O Progresso e Reinaldo Domingos, Educador Financeiro e autor dos livros Terapia Financeira e O Menino do Dinheiro, Presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira

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